PDF NEW [Dual By Sophia de Mello Breyner Andresen]

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Sophia de Mello Breyner Andresen ↠ 1 CHARACTERS CHARACTERS ☆ Dual By Sophia de Mello Breyner Andresen M três volumes ue a Editorial Caminho publicou entre 1990 e 2003 deixa de existir cremos ue com vantagem para os leitores em nome de uma mais adeuada difusão da obra da autora. Em nome da tua aus nciaConstru com loucura uma grande casa brancaE ao longo das paredes te chorei

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Dual By Sophia de Mello Breyner Andresen

Sophia de Mello Breyner Andresen ↠ 1 CHARACTERS CHARACTERS ☆ Dual By Sophia de Mello Breyner Andresen A presente edição de Dual integra se num novo plano de publicação da Obra Poética de Sophia de Mello Breyner Andresen Para além da fixação definitiva do texto a cargo de. Mesmo ue me prometas a imortalidade voltarei para casaOnde est o as coisas ue plantei e fiz crescerOnde est o as paredes ue pintei de branco

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Sophia de Mello Breyner Andresen ↠ 1 CHARACTERS CHARACTERS ☆ Dual By Sophia de Mello Breyner Andresen Luis Manuel Gaspar regressa se à edição autónoma de cada um dos livros de poemas da autora de acordo com critérios definidos em Nota finalAssim a Obra Poética de Sophia e. Em ti eu celebrei a minha uni o com a terra 12 Patas dos corc is da tempestadeT o concisas t o duras e t o finasPuro rigor de espigas aruitraveMedida amor e f ria se combinam 17 Desde a orla do mar Onde tudo come ou intacto no primeiro dia de mim Desde a orla do mar Onde vi na areia as pegadas triangulares das gaivotas Enuanto o c u cego de luz bebia o ngulo do seu voo Onde amei com xtase a cor o peso e a forma necess ria das conchas Onde vi desabar ininterruptamente a aruitectura das ondas E nadei de olhos abertos na transpar ncia das guas Para reconhecer a an mona a rocha o b zio a medusa Para fundar no sal e na pedra o eixo recto Da constru o poss vel 20 Murmurei o teu nomeO teu amb guo nomeInvouei a tua sombra transparente e soleneComo esguia mastrea o de veleiroE acreditei firmemente ue tu vias a manh Porue a tua alma foi visual at aos ossosImpessoal at aos ossosSegundo a lei de m scara do teu nomeOdysseus PersonaH na manh de Hydra uma claridade ue tuaH nas coisas de Hydra uma concis o visual ue tuaH nas coisas de Hydra a nitidez ue penetra auiloue olhado por um deusAuilo ue o olhar de um deus tornouimpetuosamente presente Na manh de HydraNo caf da pra a em frente ao cais vi sobre as mesasUma disponibilidade transparente e nuaue te pertenceO teu destino deveria ter passado neste portoOnde tudo se torna impessoal e livreOnde tudo divino como conv m ao real 54 56 Aos deuses sup nhamos uma exist ncia cintilanteConsubstancial ao mar nuvem ao arvoredo luzNeles o longo friso branco das espumas o tremular da vagaA verdura sussurrada e secreta do bosue o oiro erecto do trigoO meandro do rio o fogo solene da montanhaE a grande ab bada do ar sonoro e leve e livreEmergiam em consci ncia ue se v Sem ue se perdesse o um boda e festa do primeiro dia Esta exist ncia desej vamos para n s pr prios homensPor isso repet amos os gestos rituais ue restabelecemO estar ser inteiro inicial das coisas Isto nos tornou atentos a todas as formas ue a luz do sol conheceE tamb m treva interior por ue somos habitadosE dentro da ual navega indic vel o brilho 65 Fernando Pessoa dizia Aconteceu me um poema A minha maneira de escrever fundamental muito pr xima deste acontecer O poema aparece feito emerge dado ou como se fosse dado Como um ditado ue escuto e noto poss vel ue esta maneira esteja em parte ligada ao facto de na minha inf ncia muito antes de eu saber ler me terem ensinado a decorar poemas Encontrei a poesia antes de saber ue havia literatura Pensava ue os poemas n o eram escritos por ningu m ue existiam em si mesmos por si mesmos ue eram como ue um elemento do natural ue estavam suspensos imanentes E ue bastaria estar muito uieta calada e atenta para os ouvirDesse encontro inicial ficou em mim a no o de ue fazer versos estar atento e de ue o poeta um escutador me dif cil talvez imposs vel distinguir se o poema feito por mim em zonas son mbulas de mim ou se feito em mim por auilo ue em mim se inscreve Mas sei ue o nascer do poema s poss vel a partir dauela forma de ser estar e viver ue me torna sens vel como a pel cula de um filme ao ser e ao aparecer das coisas E a partir de uma obstinada paix o por esse ser e esse aparecer 76 77 Shortcut to Infinity homensPor isso repet amos os gestos rituais ue restabelecemO estar ser inteiro inicial das coisas Isto nos tornou atentos a todas as formas ue a luz do sol conheceE tamb m treva interior por ue somos Are You Ready to Hatch an Unusual Chicken? Unusual Chickens #2 habitadosE dentro da ual navega indic vel o brilho 65 Fernando Pessoa dizia Aconteceu me um poema A minha maneira de escrever fundamental muito pr xima deste acontecer O poema aparece feito emerge dado ou como se fosse dado Como um ditado ue escuto e noto poss vel ue esta maneira esteja em parte ligada ao facto de na minha inf ncia muito antes de eu saber ler me terem ensinado a decorar poemas Encontrei a poesia antes de saber ue Gnarled Roots havia literatura Pensava ue os poemas n o eram escritos por ningu m ue existiam em si mesmos por si mesmos ue eram como ue um elemento do natural ue estavam suspensos imanentes E ue bastaria estar muito uieta calada e atenta para os ouvirDesse encontro inicial ficou em mim a no o de ue fazer versos estar atento e de ue o poeta um escutador me dif cil talvez imposs vel distinguir se o poema feito por mim em zonas son mbulas de mim ou se feito em mim por auilo ue em mim se inscreve Mas sei ue o nascer do poema s poss vel a partir dauela forma de ser estar e viver ue me torna sens vel como a pel cula de um filme ao ser e ao aparecer das coisas E a partir de uma obstinada paix o por esse ser e esse aparecer 76 77


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    CHARACTERS Dual By Sophia de Mello Breyner Andresen PDF NEW [Dual By Sophia de Mello Breyner Andresen] Houve partes deste livro ue apreciei bastante No entanto pensando neste livro como um todo não é propriamente o meu estilo de poemas Gosto deles crus de palavras violentes e ue deixam uma interpretação abert

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  • 92
  • Dual By Sophia de Mello Breyner Andresen
  • Sophia de Mello Breyner Andresen
  • Portuguese
  • 13 May 2018
  • 9789722116022